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21 de julho de 2017

Em junho, R$ 345 bi foram registrados em movimentação de cargas

A AT&M Tecnologia, empresa de averbação eletrônica de transporte de cargas no país, divulgou seu mais novo balanço referente a movimentação de cargas no Brasil. A pesquisa apontou que, em junho, vinte mil empresas do segmento totalizaram uma circulação de R$ 345 bilhões.

Deste montante, R$ 253 bilhões em cargas foram registrados para efeito de seguros, incluindo o seguro de responsabilidade civil obrigatório, conforme a Resolução n°247 da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), gerando a transação de 80 milhões de documentos de seguros, entre transportadoras, corretores, embarcadores e companhias de seguros.

Já no mesmo período de 2016, foram registrados R$ 271 milhões em movimentação de transporte de cargas, sendo que 186 milhões foram averbados com seguro gerando em torno de 80 milhões de documentos averbados, também emitidos por 20 mil transportadoras e embarcadores.

O sócio-diretor da AT&M, Flademir Lausino de Almeida, explica que a emissão do documento de Conhecimento de Transporte (CT-e), realizado pelas transportadoras, fica registrada no sistema da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) de cada estado. “Desta forma, o SEFAZ responde positivamente através de um protocolo que significa a liberação fiscal da mercadoria”.

Ao mesmo tempo, para que a carga fique devidamente coberta pelo seguro, de forma online e automática, o emitente desse documento disponibiliza informações do conhecimento de transporte para o sistema de averbação eletrônica que checa o tipo de carga e consiste nas informações básicas do documento com o registro eletrônico da apólice (tipo de seguro trajeto da carga e valores).

“Tudo isso é checado em frações de segundos, para que, caso ocorra algum acidente, a carga esteja devidamente assegurada e a transportadora possa receber o “prêmio” da seguradora e não ter prejuízos”, conclui.

 

Fonte: Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Estado do Paraná

marronzinho Notícias

Multas registradas na cidade de SP caem 13% no 1º quadrimestre de 2017, diz Prefeitura

O número de multas registradas na cidade de São Paulo caiu 13% no primeiro quadrimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com informações da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes.

Os dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) também indicam que houve queda de 25% no número de acidentes nos primeiros quatro meses do ano. Mas, para a PM, de janeiro a abril deste ano foram 503 acidentes nas duas marginais, contra 339 em 2016 (aumento de 48,3%).

Nos primeiros quatro meses de 2017, foram computadas 4.539.778 infrações. Já de janeiro a abril de 2016 foram aplicadas 5.233.762 multas, segundo dados obtidos pelo G1.

A queda do número de infrações cometidas ocorreu após o aumento de velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros. A mudança ocorreu no dia 25 de janeiro e gerou muita polêmica.

De acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes, diversas medidas foram tomadas para orientar os motoristas, mas sem diminuir a intensidade da fiscalização. Segundo a pasta, foi criado um comitê de segurança que tem reforçado a sinalização para instruir os motoristas sobre as regras de trânsito, reduzindo o número de infrações.

“A fiscalização é um dos pilares importantes para manter e preservar a segurança do trânsito. O que estamos fazendo é melhorar os avisos, a sinalização, para fazer com que o motorista se comporte adequadamente, seguindo as regras. Trânsito bom é trânsito seguro”, afirmou o secretário de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda.

O estudo divulgado pelo Painel Mobilidade Segura, site da Prefeitura de São Paulo, também mostra que o número de multas captadas por meio eletrônico, como radares, diminuiu 17% no período. No primeiro quadrimestre de 2016 foram 4.149.241 infrações ante 3.442.516 neste ano.

Das 4.539.778 multas aplicadas de janeiro a abril deste ano, 24,17% foram manuais e 75,83% foram registradas por meio eletrônicos.

Acidentes

Os dados da CET também indicam que houve queda nos números de ocorrências, de feridos e de vítimas fatais nos primeiros quatro meses do ano.

•Total de acidentes caiu 25% (135 casos em 2017, contra 180 no mesmo período do ano passado);

•Número de feridos caiu 20,2% (162 pessoas no primeiro quadrimestre, contra 203 em 2016);

•Queda de 11,1% no número de mortos (oito, contra nove no ano passado).

Os números, porém, divergem dos registrados pela Polícia Militar (PM). Para a PM, de janeiro a abril deste ano foram 503 acidentes nas duas marginais, contra 339 em 2016 (aumento de 48,3%). O número de mortes também cresceu: foram dez este ano contra seis nos quatro primeiros meses do ano passado (aumento de 40%).

Ou seja, no mesmo período a PM registrou um número 272,6% maior do que o apurado pela CET, da Prefeitura de São Paulo.

Como justificativa, a Secretaria de Transportes alega que a base de dados da PM é “variável” e que a CET desde 1979 usa a mesma metodologia para apurar os acidentes (boletins da Polícia Civil e óbitos no Instituto Médico Legal). A pasta diz que os dados operacionais da PM são variáveis devido à intensidade da operação da entidade.

Fonte: G1

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Parceria busca reduzir número de fatalidades no trânsito em SP

Nesta quinta-feira (20) o governador Geraldo Alckmin repassou R$ 9,5 milhões para oito cidades paulistas investirem em melhorias na segurança do trânsito. Além do recurso financeiro, as prefeituras também contarão com assessoria técnica do programa Movimento Paulista de Segurança no Trânsito.

A parceria, firmada com órgãos públicos e privados, busca reduzir pela metade o número de fatalidades no trânsito até 2020. “Assinamos esses convênios para que as prefeituras façam as intervenções necessárias em locais indicados pelo Infosiga e Infomapa. E, com isso, evitar acidentes e salvar vidas no trânsito”, disse Alckmin.

As parcerias foram firmadas com as cidades de Birigui, Franca, Itapetininga, Jundiaí, São Vicente, Presidente Prudente, Santana de Parnaíba e Santa Bárbara d’Oeste para implantação de ações com foco na redução de acidentes. Juntas, as cidades têm mais de 1,9 milhão de moradores e receberão R$ 9,5 milhões para investir em projetos de trânsito.

Os convênios permitem que a área técnica do programa forneça auxílio para a estruturação da gestão da segurança viária em cada um dos municípios, além do apoio financeiro proveniente de multas aplicadas pelo Detran.SP, revertidas para a realização de obras e ações que salvem vidas.

Este ano, 52 municípios assinaram a parceria e, juntos, receberão R$ 100 milhões para melhorias viárias e ações que resultem na redução dos óbitos em acidentes. Em 2016, na primeira fase do programa em parceria com municípios, 15 cidades receberam um total de R$ 10,5 milhões. Com as novas adesões, o programa chegará a 67 municípios, que abrigam 71% da população do Estado.

 

Estatísticas regionais
O Infosiga-SP – Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo, é uma ferramenta técnica que contabiliza e divulga mensalmente os óbitos decorrentes de acidentes de trânsito nos municípios paulistas. Nas oito cidades que assinaram a parceria, foram registrados 129 vítimas de acidentes de trânsito em 2017 – uma redução de 9,8% comparado ao mesmo período de 2016.

A maioria das vítimas é do sexo masculino (74%) e 31% são jovens entre 18 e 29 anos de idade. Acidente com motociclistas foi a principal causa das fatalidades, com 42,6% dos casos. O segundo lugar ficou por conta dos pedestres, com 27% das ocorrências, seguidos pelos ocupantes de veículos de passeio (20%).

 

1º semestre
No último dia 19, o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito divulgou estatísticas sobre acidentes e óbitos no primeiro semestre. Foram registradas 2.753 fatalidades em todo Estado, redução de 3,8% e 108 vítimas a menos na comparação com 2016 (2.861).

Já para os acidentes com vítimas, que incluem também ocorrências sem fatalidades, houve redução de 5,2% no semestre, com 4.934 casos a menos (89.273 em 2017 e 94.207 em 2016). Em junho foram 15.897 ocorrências, com redução de 1%.

 

Motos e pedestres
Dados do Infosiga-SP do primeiro semestre mostram que acidentes com motocicletas e atropelamentos seguem como principais causadores de óbito no trânsito do Estado. Um terço das vítimas (33,5%) era de motociclistas, seguidos por pedestres (28,4%) e condutores e passageiros de automóveis (22,9%). Os ciclistas correspondem a 6,2% das ocorrências.

Além do Infosiga-SP, o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito conta com um sistema inédito de georreferenciamento, o Infomapa-SP. Com isso, é possível não só quantificar os óbitos dos 645 municípios paulistas, por meio do Infosiga-SP, como também mapear os locais dos acidentes que levaram a essas mortes, por meio do Infomapa-SP.

 

Fonte: Portal do Governo de São Paulo

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19 de julho de 2017

Ibama abre consulta pública para revisar atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos ambientais

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) iniciou no dia 4 de julho uma consulta pública para a revisão do enquadramento do Cadastro Técnico Federal das Atividades Potencialmente Poluidoras e utilizadoras de recursos ambientais (CTF/APP), com o objetivo de receber contribuições para aperfeiçoar a regulamentação sobre o tema.

As especificações relacionadas a cada atividade listada, assim como as normas que incidem sobre elas, estão detalhadas em diferentes fichas técnicas que podem ser acessadas aqui.

As fichas técnicas serão publicadas pelo Ibama como anexo da Instrução Normativa, que regulamentará o novo enquadramento das atividades no CTF/APP e servirão como referência oficial.

A consulta estará disponível até o dia 31 de julho.

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30 de junho de 2017

Emenda da Norma ABNT NBR 14619 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Incompatibilidade Química, está em Consulta Nacional

A Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, publicou no último dia 28/06/2017, o Projeto de Revisão ABNT NBR 14619 TRANSPORTE TERRESTRE DE PRODUTOS PERIGOSOS – INCOMPATIBILIDADE QUÍMICA.

Esta Norma estabelece os critérios de incompatibilidade química a serem considerados no transporte terrestre de produtos perigosos e incompatibilidade radiológica e nuclear, no caso específico dos materiais radioativos (Classe 7).

O Projeto propõe alterações no texto, de forma a torná-lo mais compreensível, tanto para embarcadores e transportadores, como também para os Órgãos de Fiscalização, além de fazer as devidas adequações ao texto da Resolução ANTT nº 5.232/16.

O Projeto de Revisão ficará em Consulta Nacional até o dia 27/07/2017.

O texto está disponível no site da ABNT.

 

Fonte: ABTLP