Artigos



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12 de setembro de 2017

Exame Toxicológico – Regras de Declaração do CAGED

A partir do dia 13 de setembro de 2017, o empregador que admitir ou desligar motoristas profissionais, fica obrigado a declarar no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) os campos:

  • Código Exame Toxicológico;
  • Data Exame Médico (Dia/Mês/Ano);
  • CNPJ do Laboratório;
  • UF e CRM.

Estes campos correspondem às informações relativas ao exame toxicológico oriundas da regulamentação do exercício da profissão de motorista.

Os novos campos somente podem ser visualizados através do novo layout do CAGED. Para consultar as orientações para a realização das novas regras clique aqui.

 

Fonte: ABTLP

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14 de agosto de 2017

O transporte de produtos perigosos de sua empresa está em conformidade com a ABNT NBR 9735?

Informamos que foi publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em 10 de agosto de 2017, a Emenda da norma ABNT NBR 9735:2016 Emenda 1:2017 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos, composto pelo equipamento de proteção individual, a ser utilizado pelo condutor e auxiliares envolvidos no transporte, equipamentos para sinalização da área da ocorrência e extintor de incêndio portátil para a carga.

Esta nona edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 9735:2016), e apresenta alterações que visam adequar a Norma ao texto da Resolução ANTT 5232:2016.

Destaca-se a exclusão da subseção 4.2.14 e NOTA, que exigia o aparelho de respiração autônoma para todos os envolvidos nas operações quando do transporte de alguns produtos perigosos em tanques portáteis.

Não deixe de consultar a norma na íntegra para evitar transtornos e multas.

Ficamos à disposição para eventuais esclarecimentos que se fizerem necessários.

Equipe Técnica WGRA.

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Projeto de Revisão ABNT NBR 14848 está disponível para consulta!

O Projeto de Revisão ABNT NBR 14848 Transporte de produtos para consumo humano ou animal – Requisitos de identificação do equipamento, referente ao ABNT/CB-016 Transportes e Tráfego, foi adicionado à Consulta Nacional em 11/08/2017 com encerramento em 10/09/2017.

 

Acesse o site e PARTICIPE!

 

Fonte: ABNT

trabalho Notícias
8 de agosto de 2017

Achar mão de obra qualificada será o desafio dos transportadores no futuro

Conseguir mão de obra para voltar a expandir as operações é um dos desafios que as empresas de transporte rodoviário de carga poderão encontrar na hora da retomada econômica. Após demissões massivas nos últimos três anos – na tentativa de reequilibrar a oferta de capacidade à demanda -, o setor deverá se esforçar para encontrar profissionais.

“O mercado retraiu. Empresas sucumbiram à crise e outras ficaram com caminhões parados e tiveram que demitir. A crise é longa, e os motoristas não ficaram parados nos últimos dois anos. Com certeza eles estão fazendo outra coisa, e quantos vão voltar?”, questiona o assessor técnico da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), Lauro Valdívia.

Segundo o Anuário CNT do Transporte de 2017, o número de empresas transportadoras de carga regularmente inscritas passou de 156.765 no ano passado para 111.743 atualmente. “Em 2014 eram cerca de 170 mil”, diz Valdívia. Para o especialista, se por um lado essa diminuição do mercado tem ajudado ao reequilíbrio da oferta de capacidade e demanda de carga, por outro o contingente de demissões provocou no setor uma grande perda de mão de obra qualificada.

“As empresas estão descapitalizadas e não conseguem renovar a frota, quanto menos aumentar, mas isso pode ser resolvido depois da retomada, porque é fácil encontrar caminhão. Agora mão de obra qualificada não se consegue da noite para o dia”, diz. De acordo com Valdívia, mesmo que a retomada a níveis anteriores à crise pareça algo distante, algumas empresas do ramo já se mostram preocupadas com a situação. “Uma transportadora comentou que não sabia se conseguiria aproveitar todo o potencial [de demanda] do segundo semestre, porque apesar de ter caminhões parados, não sabe se conseguirá motorista para o tipo de veículo”, exemplifica.

No caso de uma possível retomada, ele destaca que as chances de faltar mão de obra para o setor são grandes e isso ainda pode piorar. “Muitas empresas estão endividadas e nem os autônomos estão sendo uma opção fácil”, acrescenta. Valdívia ressalta que a dificuldade financeira dos transportadores – provocada pela queda da movimentação de carga no País, defasagem do frete e aumento dos níveis de recebimentos em atraso -, não se resume a médias e grandes empresas. “Para você contratar alguém, ele tem que ser aprovado pela seguradora, mas se o autônomo tiver dívidas não é aprovado pela seguradora, ou seja, os autônomos estão com dificuldade de conseguir serviço [em meio à crise] e as transportadoras não têm motoristas e não acham autônomos.”

De acordo com Valdívia, a perspectiva de que a mão de obra pode ser um gargalo na hora da retomada preocupa, já que as empresas do setor finalmente estão com perspectivas de uma possível melhora do cenário. “As empresas já estão achando que o segundo semestre será melhor que o mesmo período de 2016”, destaca.

Segundo estudo recém divulgado pela NTC&Logística, realizada com 2,29 mil empresas, o percentual de transportadoras com veículos parados tem diminuído. Enquanto na enquete mais recente 38,7% apontaram estar com veículos parados, em janeiro deste ano o volume chegava a 52,8%. O número vem em declínio se comparado às pesquisas realizadas em 2016 que apontavam 75,7% na divulgação de janeiro e 65,4% no mês de agosto.

 

Gargalos

A curva de tendência está apontando para momentos melhores, mas o resultado do primeiro semestre ainda se mostrou difícil. Ainda segundo a pesquisa, 70,5% apontaram ter sentido uma queda do faturamento. Para os respondentes, as receitas diminuíram 10,32% e o valor do frete caiu cerca de 2,98%. Com isso, 91% apontou ter precisado diminuir o seu tamanho.

Somado a todo o desafio da queda da demanda, as transportadoras entrevistadas apontaram que o impacto da crise econômica em todo o setor produtivo provocou um grande nível de inadimplência. De acordo com a NTC&Logística, 54,7% das transportadoras estão com fretes a receber em atraso, o que representa 14,3% do faturamento. “Muitas empresas colocaram o pagamento para 120 dias, porque já é feito em outros países, mas no Brasil os juros são muito altos. Além disso, muitas não querem que os encargos financeiros sejam incluídos”, destaca.

Para completar a tempestade perfeita, a pesquisa ainda apontou para uma defasagem do frete de 20,89% no transporte de carga lotação e 7,72% na fracionada. Agora, cabe ver o reflexo do aumento do PIS/Cofins no combustível e o impacto nas empresas de transporte de carga. Na semana passada, diversas manifestações de caminhoneiros espalhadas pelo País ocorreram simultaneamente com o intuito de chamar a atenção para o impacto. O cálculo é que chegue a gerar alta de até 4% no valor do frete, com um impacto maior para o transporte de produtos de baixo valor agregado e rotas mais longas.

 

Fonte: Portal NTC

Press Preview Notícias
4 de agosto de 2017

Comunicado Oficial – CONET AGOSTO/2017

Pesquisa nacional realizada em agosto de 2017 pela NTC&Logística em colaboração com a ANTT, envolvendo 2.290 empresas, revela a situação das empresas transportadoras no primeiro semestre de 2017:

  1. Queda no faturamento para 70,5%
  2. As receitas diminuíram em 10,32%
  3. O valor do frete caiu em média 2,98%
  4. 91% das empresas diminuíram de tamanho
  5. 54,7% das empresas tem recebido frete com atraso

A pesquisa aponta alguns fatores que contribuíram para tal situação. Em primeiro lugar, estão os aumentos de custos, especialmente, as majorações nos últimos 12 meses de salários que chegaram a 4,00%, combustível 4,25%, despesas administrativas 9,20%, manutenção 6,58%, veículo 5,61% e a lavagem 8,40%.

Contribuem também o baixo volume de carga, provocada pela situação econômica por que passa o país. O aumento do roubo de carga na região metropolitana do Rio de Janeiro, mas não estando restrita a somente ela. É sempre importante destacar a existência dos riscos suportados pelas empresas e que necessitam ser cobertos conforme a especificidade do serviço e da carga, como é o caso do frete valor, GRIS – Gerenciamento de Risco, generalidades como a Taxa de Restrição de Trânsito – TRT, dentre outras, inclusive as de caráter emergencial e transitório como é o caso da EMEX – Emergência Excepcional, criadas para cobrirem os custos decorrentes da situação de falta de segurança, escoltas urbanas, aumento no valor da cobertura securitária e das restrições impostas a prestação de serviço de transporte.

Como se não bastasse tudo isto, o setor ainda enfrenta o comprometimento do seu faturamento com o aumento cada vez maior de fretes atrasados (14,3% do faturamento, segundo a pesquisa). Esta situação já ultrapassou o limite do estado suportável, sobretudo levando-se em consideração as margens estreitas de lucro alcançadas pelas empresas do setor quando a economia está em expansão e que acabaram sendo negativas pela pressão imposta pela recessão. Apesar disso tudo, o primeiro semestre de 2017 foi um pouco melhor para o setor que o ano de 2016, com números um pouco melhores, mas ainda distantes do ideal. Ajudou a modesta recuperação na economia principalmente em função da safra recorde e das exportações.

Com relação ao frete rodoviário praticado a pesquisa continua apontando uma defasagem da ordem de 20,89% na carga lotação e 7,72% na carga fracionada. Estas defasagens foram calculadas comparando-se os valores das planilhas referenciais de custos da NTC&Logística, que não incluem impostos e margem de lucro, com os fretes médios praticados pelas empresas pesquisadas.

Portanto, fica evidente que é imprescindível e urgente que se faça o quanto antes um realinhamento dos fretes praticados, acompanhado da cobrança dos demais componentes tarifários, Frete-valor e Gris e as Generalidades do transporte. Se esta melhora não se concretizar, o País corre o risco de um grave colapso em uma atividade essencial para a economia e para a sociedade brasileira, pois há 3 anos que não há investimentos das empresas transportadoras que sobreviveram no setor.

Para baixar o comunicado, clique aqui.

 

Fonte: Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística