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30 de junho de 2017

Grandes ideias!

Pense como uma ideia pode ser poderosa. Toda grande invenção, todo trabalho magnífico de arte, toda conquista brilhante começou com uma ideia.

Não há limites para onde uma ideia possa leva-lo. Mesmo assim, uma ideia sozinha não é suficiente. Ideias são inúteis se alguém não executá-las. Por si só, uma ideia não é capaz de fazer nada, não é capaz de levá-lo ao sucesso. Ela só passa a ter valor quando ações correspondentes são realizadas.

Você provavelmente já teve centenas ou milhares de boas ideias, e as únicas que serviram para algo foram as que tiveram ação conectada ou causada pôr elas. Ideias criam valor quando investimos nelas nossas ações. De fato, quanto mais você age sobre suas ideias, melhor essas ideias acabam ficando. Por que? Se você nunca age sobre suas idaias, não tem que se preocupar, se elas não são realizadas ou não. Saber que você vai ter que agir baseado nessa ideia vai fazê-lo ter mais foco, ser mais realista e obter maior sucesso.  A ação impõe uma disciplina saudável no seu pensamento, e traz melhores ideias a tona. Uma ideia é um mapa para o sucesso e não o sucesso em si.

Uma ideia é um ótimo começo, mas só se você agir. Respeite e valorize suas boas ideias, agindo para transformá-las em realidade.

 

Autor Desconhecido

51 Opinião
23 de junho de 2017

O poder está dentro de si, por Filomena Gonçalves

Sempre gostei de desenhos animados. Devorei os da minha infância e os da infância dos meus irmãos mais novos. Por incrível que pareça, os desenhos animados dão-nos algumas lições que nos marcam para a vida.

Uma dessas séries animadas que seguia, na época ainda legendadas, era He-Man.

Lembram-se do rapaz loiro, de cabelos esvoaçantes, que empunhava uma espada para se transformar num temível guerreiro em lutas contra o mal? Logo na apresentação de cada episódio ele dizia umas palavras sonantes “The power is yours!”. E as palavras ecoavam duas ou três vezes até a aventura do dia começar. E durante a transformação ele reiterava “I have the power”.

Com efeito, o poder é de cada um e está em cada um. O poder de ser o que quisermos, da forma que mais gostarmos, para os efeitos que escolhermos.

Sabendo o que somos e acreditando nisso, iremos manobrar o nosso poder à medida das necessidades de cada momento. Mas precisamos acreditar! Um bom exercício para perceber em que ponto está a confiança no nosso próprio poder é olhar no espelho e observar o nosso reflexo. Quanto tempo conseguimos fazê-lo? Será que afirmamos com segurança “o poder é meu”, olhando-nos no espelho?

A consciencialização da nossa imagem começa pelo autoconhecimento e autoaceitação daquilo que somos. Habitualmente julgamo-nos pelo pior, mas temos dificuldade em afirmar o que temos de bom. Com rapidez enumeramos uma mão cheia de defeitos. Por certo, por exemplo, numa entrevista de emprego, já nos foi pedido para enumerarmos aquilo em que somos bons, os aspectos que nos distinguem de tal forma que o empregador nos escolha sem hesitações para uma função específica em detrimento de todos os outros candidatos. Será que a resposta nos sai rapidamente ou precisamos de pensar e pensar?

Agora, o exercício passa apenas por observar a nossa imagem. Que força tem a minha imagem para mim? Que impacto tem nos outros? O que gosto mais nessa imagem?

Não vamos perder tempo logo de início a considerar o que menos gostamos, já o fizemos em tantas outras ocasiões…

O cuidado da nossa imagem é fundamental para sentirmos o nosso próprio poder e não tem nada de fútil na sua essência. Claro que alguns de nós estamos condicionados a um dress code, mas nem todos. De qualquer forma, mesmo sob um dress code, podemos jogar com os acessórios e as cores. São esses pequenos detalhes, que só nós sabemos a importância que têm, que fazem a diferença na nossa imagem e no poder que dela emana.

Há acessórios e cheiros que nos recordam pessoas importantes na nossa vida e momentos em que nos sentimos bem na nossa pele, aqueles momentos em que conseguimos enfrentar um medo, dominar uma insegurança… Pode ser um relógio que pertenceu ao nosso avô, o colar de pérolas que usámos no dia do casamento, o perfume que conseguimos ao fim de vários meses a juntar trocos no mealheiro…

A imagem que projetamos é um conjunto de roupas, acessórios, cores que, juntamente com a nossa autoconfiança, geram um poder especial. É esse poder que usamos quando procuramos um emprego novo, ou fazemos aquela conferência que há meses ensaiamos lá em casa, quando pensamos que todos estão já a dormir.

O nosso poder aumenta na medida em que vamos jogando com todas as variáveis da nossa imagem e que ousamos experimentar coisas novas com ela. Tal como quando falamos bem uma língua jogamos com as palavras com perícia, também com a nossa imagem vai sendo assim, dando pequenos passos para sair da zona de conforto, enfrentando todo o nosso potencial. O poder é seu, meu, de cada um!

 

Fonte: RH Online

seguro Opinião
14 de junho de 2017

Ambiguidade do Atendimento – Emergência Química e Ambiental (Seguradora X Prestadora de Serviço)

Apesar da evolução na legislação ambiental de nosso país, principalmente a do transporte de produtos perigosos e poluentes, que recentemente recebeu sua última modificação em 14/12/2016, através da Resolução nº 5.232 da ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres, existem aqueles que fazem vistas grossas, quer seja por omissão ou conivência, assim como também os que não perceberam ainda que podem colocar em risco todo seu patrimônio, bem como, a vida do meio ambiente. Nesta modalidade, incidirá sempre uma tríplice responsabilidade à quem causar dano ao meio ambiente, que são das esferas civil (consequências patrimoniais), penal (limitação da liberdade, perda de bens, multa, etc) e administrativa (penalidades administrativas), motivadas pela responsabilidade objetiva (nexo de causalidade entre a conduta e resultado) e solidária entre contratante e contratada, atribuindo penalidades ao embarcador, transportador e ao destinatário da carga, na tipificação do agente poluidor imediato, e por conseguinte à sua estrutura de resposta ao sinistro ambiental (própria ou contratada), podendo envolver inclusive a Seguradora e Prestadora de Serviço, por considerar seu potencial de agravamento da situação quer seja por negligência, imprudência ou imperícia.

Com vistas às exigências ambientais impostas às empresas, em particular as Seguradas no âmbito da responsabilidade objetiva e solidária, algumas Seguradoras têm considerado na subscrição do risco, tanto para emergências súbitas ou graduais, a política de gestão ambiental praticada por estas organizações, em observância às práticas de programas de qualidade, assim como do cumprimento de leis relacionadas ao meio ambiente.

Contudo, as evidências confirmam que na prática a teoria é outra, não necessariamente por anuência da Seguradora, mas sim, por silêncio diante de ações inconsequentes e oportunistas de algumas empresas prestadoras de serviços que são desabilitadas tecnicamente, uma vez que não são especialistas na área, quer seja por inobservância ou desconhecimento dos procedimentos de segurança e operacionais nos cenários de emergência, ou ainda por suas responsabilidades legais, como por exemplo a Lei n° 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) e a NBR 14.064:2015 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

No que se refere ao transporte rodoviário envolvendo produtos perigosos ou poluentes, estas empresas desabilitadas acabam agravando o risco de toda operação, principalmente por não providenciar recursos humanos treinados e materiais adequados em tempo de resposta satisfatório, nem tampouco compatíveis com os riscos e perigos do produto, do cenário, do tipo de embalagem (granel ou fracionado), do porte da ocorrência, não conseguindo atender sequer às demandas técnicas dos órgãos públicos, cujos resultados finais são previsíveis e indesejados, porque envolvem vidas humanas além do meio ambiente, sendo necessário em muitos casos o retrabalho, onerando ainda mais os custos, além de expor negativamente todos os atores envolvidos.

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2 de junho de 2017

A satisfação plena é assustadora, por Mário Sérgio Cortella

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual.

O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.

A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece.

Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a idéia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.

Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?

Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.

Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.

Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na idéia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…

Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.

Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

 

Por Mario Sergio Cortella

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Opinião
26 de maio de 2017

Superando nosso Negativismo!

Facilmente percebemos os diversos desafios a serem superados quando observamos o alto índice de desemprego e as pressões que o Mundo Corporativo tem exercido sobre o profissional que deseja manter-se empregado.

Até mesmo o comércio informal tem reagido de forma a externar mudanças comportamentais claras! Por exemplo: A lanchonete que funcionava apenas a noite, agora se mantém aberta durante todos os dias e o dia todo! O homem da “salada de frutas” que passava todas as tardes na empresa, agora tem passado nas manhãs e tardes! Assim percebemos uma superação diária fazendo parte da vida de todos, na busca pela sobrevivência.

Essa superação diária nos permite viver uma série progressiva de transformações que nos conduz à maturidade como pessoa e profissional. Martin Luther King compara essa superação com a subida em uma escadaria quando diz: “Suba o primeiro degrau da fé. Você não tem que ver toda a escadaria antes de subir o primeiro degrau.” O escritor da carta bíblica aos Hebreus afirma na referência 11:1 que a “fé a certeza das coisas que não vemos…” Esse “calejamento” com as situações da vida, sempre será fruto de nossas iniciativas! Ficar parado não nos levará a lugar algum! Murmurá, não mudará o cenário! É preciso agirmos, é preciso subirmos a escadaria da vida, com fé!

A iniciativa nos permitirá dar um passo na escadaria, antes mesmo de conseguirmos enxergar quantos degraus teremos que subir! É preciso agir, com esperança e superar nossa própria mania de ver tudo negativamente!

Conforme disse Bárbara Coré“Acredite que nenhum de nós, já nasceu com jeito pra super herói… nossos sonhos, a gente que constrói, vencendo os limites, escalando as fortalezas, conquistando o impossível pela fé…”

É preciso parar de desejar a vitória sem ter que guerrear! Essa não é a primeira crise que vivemos e nem será a ultima, por isso precisamos aprender a lidar com as perdas, com as quedas, com os ajustes….sempre acreditando que haverá um dia onde as situações encontrarão acomodação e ficarão estáveis. Confúcio declarou que “a nossa maior glória não estava no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmos sempre depois de cada queda”.

 

Fonte: Portal Educação

por JOSÉ CARLOS DE OLIVEIRA