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12 de junho de 2017

Nova Apresentação da Resolução nº 5232 de 14 de dezembro de 2016 da ANTT

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nbr-15-575-abnt Sem categoria
7 de abril de 2017

NBR 7500 da ABNT no DOU de 04 de abril de 2017

Foi publicada a NBR 7500 da ABNT no DOU de 04 de abril de 2017, que revisa a norma ABNT NBR 7500:2013 Versão Corrigida:2013.

Esta Norma estabelece a simbologia convencional e o seu dimensionamento para identificar produtos perigosos, a ser aplicada nas unidades e equipamentos de transporte e nas embalagens/volumes, a fim de indicar os riscos e os cuidados a serem tomados no transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento.

Para detalhes sobre a norma publicada ou sua aquisição, clique aqui.

 

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22 de novembro de 2016

Entidade analisa o manejo de resíduos sólidos em todo o Brasil

Um Estudo do CEPER (Centro de Estudos em Pesquisa Regional) da FUNDACE (Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia) analisou um conjunto de indicadores relacionados ao manejo dos resíduos sólidos urbanos de municípios brasileiros acima de 100 mil habitantes e traçou o perfil dos serviços relacionados à destinação dos resíduos sólidos nas cinco regiões do país.

Coordenado pelo professor Rudinei Toneto Junior, do Departamento de Economia da FEARP-USP, o estudo baseia-se no SNIS-RS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento – Resíduos Sólidos), criado pelo Ministério das Cidades com o objetivo de acompanhar, avaliar e comparar o desempenho dos municípios frente à prestação de serviços de saneamento ambiental. O SNIS-RS  mais recente, de 2014, traz informações de 3765 municípios.

A pesquisa aponta que as regiões Sul e Sudeste, embora se destaquem por apresentarem resultados melhores para coleta, tipo de destinação e capacidade de processamento dos resíduos gerados – apesar de terem certos gastos mais elevados em relação às demais –, ainda fazem uso considerável dos lixões cuja desativação completa deveria ter sido cumprida em agosto de 2014 segundo a lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305).

Na outra ponta, o estudo realizado pelo grupo de pesquisa voltado para o saneamento básico do Ceper constatou que a região Nordeste apresenta valores inferiores aos da média do país, que até se assemelham aos da região Norte, mas estão aquém das demais regiões. É nas cidades nordestinas que se verificam as menores coberturas da coleta domiciliar e da coleta seletiva porta a porta. Em termos de geração de resíduos, o Nordeste apresenta o maior montante de resíduos sólidos urbanos por habitante por dia (1,13Kg/hab/dia).

Em termos de custos dos serviços, o Nordeste ocupa posição intermediária, registrando despesas menores do que as regiões de maior renda (Sul e Sudeste), mas superiores em relação as regiões Norte e Centro-Oeste. Embora o estudo mostre que o maior comprometimento do orçamento municipal com o manejo de resíduos sólidos se encontra nos municípios do Sudeste – que gastam em torno de 5,92% enquanto o Nordeste e o Norte comprometem 5,37% dos orçamentos –, é na região Nordeste que estão situadas as capitais com os maiores graus de comprometimento: Maceió (11,35%) e Salvador (10,69%). É da região Nordeste, porém, a capital com o menor grau: Teresina, com 3,68%.

Em relação à cobertura da coleta de resíduos domiciliares para a população urbana, verifica-se a quase universalização dos serviços nas cinco regiões, mas observa-se indicadores um pouco piores no Norte e Nordeste com coberturas da ordem de 96%, enquanto nas demais regiões a cobertura supera os 99%.

No caso da participação da coleta seletiva em relação aos resíduos domiciliares, com exceção da região Sul que apresenta um desempenho muito superior, as demais regiões apresentam uma performance muito próxima, mas que representa em torno de um terço da eficiência apresentada no Sul. Neste quesito, a região Sul é a que apresenta a maior média na taxa de cobertura de coleta seletiva porta-a-porta em relação à população urbana (63,6%). Enquanto a região Sudeste apresenta o segundo melhor desempenho, com 43,6%, as demais regiões apresentam valores significativamente menores: Centro-Oeste 35,4%, Norte 19,2% e Nordeste 16,5%. Na análise da recuperação de materiais, o desempenho do Nordeste é o segundo melhor (2,72%), ficando atrás apenas da região Sul (3,92).

Franca – Cabe destacarmos aqui que a cidade de Franca aparece dentro os cinco menores gastos tanto em coleta e transporte, quanto também no aterramento. O município também apresenta coleta seletiva integral, além de uma taxa de recuperação de material reciclável (2,8%) superior a da região (2,1%), mostrando eficiência significativa no trato com os resíduos.

Para uma melhor compreensão dos dados, o estudo completo sobre a Análise dos Serviços de Resíduos Sólidos Urbanos foi dividido em dois documentos que podem ser acessados no site da Fundace através dos links:

Regiões Sul e Sudeste: https://www.fundace.org.br/_up_ceper_estudos/ceper_201610_00010.pdf

Região Nordeste: https://www.fundace.org.br/_up_ceper_estudos/ceper_201611_00011.pdf

 

Fonte: Revista Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade

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24 de outubro de 2016

O que aumenta o risco do Câncer de Mama?

Um fator de risco é algo que afeta sua chance de adquirir uma doença como o câncer. Diferentes tipos de câncer apresentam diferentes fatores de risco. Alguns como fumar, por exemplo, podem ser controlados; no entanto outros não, por exemplo, idade e histórico familiar. Embora os fatores de risco possam influenciar o desenvolvimento do câncer, a maioria não causa diretamente a doença. Algumas pessoas com vários fatores de risco nunca desenvolverão um câncer, enquanto outros, sem fatores de risco conhecidos poderão fazê-lo.

Ter um fator de risco ou mesmo vários, não significa que você vai ter a doença. Muitas pessoas com a enfermidade podem não estar sujeitas a nenhum fator de risco conhecido. Se uma pessoa com câncer de mama tem algum fator de risco, muitas vezes é difícil saber o quanto esse fator pode ter contribuído para o desenvolvimento da doença.

O câncer de mama é em parte decorrente de uma série de fatores de risco, como:

 

Fatores de Risco que não se pode mudar

  • Gênero – Ser mulher é o principal fator de risco para o desenvolvimento de câncer de mama.
  • Idade – O risco aumenta com a idade. Cerca de 12% dos cânceres de mama invasivos são diagnosticados em mulheres com até 45 anos, enquanto cerca de 60% em mulheres acima de 55 anos.
  • Fatores Genéticos – Cerca de 5 a 10% dos casos de câncer de mama são hereditários. A causa mais comum de câncer de mama hereditário é uma mutação herdada nos genes BRCA1 e BRCA2. Mutações em outros genes, embora raras, podem também levar ao câncer de mama hereditário, como, por exemplo, ATM, TP53, CHEK2 (síndrome de Li-Fraumeni), PTEN (doença de Cowden), CDH1, e STK11 (síndrome de Peutz-Jeghers).
  • Histórico Familiar – O risco de câncer de mama é maior entre as mulheres com parentes em primeiro grau (mãe, irmã ou filha) que tiveram a doença. Nesses casos o risco da doença praticamente dobra. Ter dois parentes de primeiro grau aumenta o seu risco cerca de 3 vezes.
  • Histórico Pessoal – Uma mulher com câncer de mama tem um risco de 3 a 4 vezes maior de desenvolver um novo câncer de mama. Isso é diferente de uma recidiva.
  • Raça e Etnia – As mulheres brancas são ligeiramente mais propensas a desenvolver câncer de mama do que as negras. No entanto, em mulheres com menos de 45 anos, o câncer de mama é mais comum em mulheres negras.
  • Mamas Densas – Mulheres com mamas densas têm um risco aumentado de câncer de mama em relação as mulheres com mamas menos densas. Uma série de fatores pode afetar a densidade da mama, como idade, estado menopausal, uso de medicamentos, gravidez e genética.
  • Doenças Benignas da Mama – Mulheres diagnosticadas com determinadas condições benignas da mama podem ter um risco aumentado de câncer de mama. As doenças benignas da mama são classificadas de acordo com o risco:
  1. Lesões não-proliferativas – Não estão associadas ao crescimento excessivo do tecido mamário e não parecem afetar o risco de câncer de mama, incluem fibrose e/ou cistos simples, hiperplasia, adenose, ectasia ductal, tumor filoide, papiloma único, necrose, fibrose periductal, metaplasia escamosa e apócrina, calcificações,  tumores benignos, como lipoma, hamartoma, hemangioma, neurofibroma e adenomioepitelioma.
  2. Lesões proliferativas sem atipia – Estas condições mostram o crescimento excessivo das células dos ductos ou lobos e incluem hiperplasia ductal, fibroadenoma, adenose esclerosante, papilomatose e cicatriz radial.
  3. Lesões proliferativas com atipia – Nestas condições, existe um crescimento excessivo das células dos ductos ou lobos, com algumas das células normais não aparecendo. Eles têm um forte efeito sobre o risco de câncer de mama, elevando-o de 3 a 5 vezes. Estes tipos de lesões incluem: hiperplasia ductal atípica e hiperplasia lobular atípica.
  • Menstruação – As mulheres que tiveram menarca precoce (antes dos 12 anos) ou tiveram a menopausa após os 55 anos têm um risco aumentado de câncer de mama. O aumento do risco pode ser devido a uma exposição mais longa a hormônios femininos.
  • Radioterapia Prévia – As mulheres que fizeram radioterapia na região do tórax têm um risco aumentado de câncer de mama.
  • Exposição ao Dietilestilbestrol – Mulheres grávidas que receberam dietilestilbestrol (DES) têm um risco ligeiramente maior de desenvolver câncer de mama. Mulheres cujas mães tomaram DES durante a gravidez também podem ter um risco maior de câncer de mama.

Fatores relacionados ao Estilo de Vida

  • Ter Filhos – As mulheres que não tiveram filhos ou que tiveram o primeiro filho após os 30 anos têm um risco aumentado de câncer de mama. Ter muitas gestações e engravidar jovem reduz o risco de câncer de mama.
  • Controle da Natalidade – O uso de pílulas anticoncepcionais aumenta o risco de câncer de mama em relação as mulheres que nunca usaram. Esse risco volta ao normal após a interrupção do uso dos contraceptivos. Mulheres que pararam de usar os anticoncepcionais há mais de 10 anos não parecem ter qualquer aumento no risco.
  • Reposição Hormonal após a Menopausa – O uso de estrogênio sozinho após a menopausa não parece aumentar o risco de câncer de mama.
  • Amamentação – Alguns estudos sugerem que a amamentação pode diminuir o risco de câncer de mama.
  • Alcoolismo – O uso de álcool está claramente associada a um aumento do risco de desenvolver câncer de mama. O risco aumenta com a quantidade de álcool consumida.
  • Obesidade – Estar acima do peso ou obesa após a menopausa aumenta o risco de câncer de mama. Mas a ligação entre o peso e o risco da doença é complexa. Por exemplo, o risco parece ser maior em mulheres que ganharam peso na idade adulta, e não para aquelas que sempre estiveram acima do peso desde a infância.
  • Atividade Física – Crescem as evidências de que a atividade física na forma de exercício reduz o risco de câncer de mama.

Fatores de Risco pouco claros

  • Dieta e Vitaminas – Muitos estudos têm procurado uma ligação entre o que as mulheres comem e o risco de câncer de mama, mas os resultados ainda são conflitantes. Alguns estudos indicam que a dieta pode desempenhar um papel importante, enquanto outros não encontraram nenhuma evidência de que a dieta influencia o risco de câncer de mama.
  • Produtos Químicos – Algumas pesquisas relatam possíveis influências ambientais sobre o risco de câncer de mama. Mas, até o momento não existe uma relação clara entre o risco de câncer de mama e a exposição a determinadas substâncias químicas.
  • Tabagismo – As evidências sobre a relação do tabagismo e o câncer de mama ainda não são claras.
  • Trabalho Noturno – Alguns estudos sugerem que as mulheres que trabalham à noite, podem ter um risco aumentado de desenvolver câncer de mama. Esta é uma descoberta relativamente recente, e mais estudos são necessários para comprovar essa questão. Alguns pesquisadores acreditam que o efeito pode ser devido a mudanças nos níveis de melatonina, hormônio cuja produção é afetada pela exposição do corpo à luz, mas outros hormônios também estão sendo estudados.

Fatores Controversos

  • Desodorante – Rumores na internet sugerem que os produtos químicos em desodorantes interferem na circulação da linfa, causando toxinas se acumulam no peito, e, eventualmente, levam ao câncer de mama. Com base nas evidências disponíveis, existe pouca ou nenhuma razão para se acreditar nesse risco.
  • Sutiã – Rumores na internet sugerem que os sutiãs causam câncer de mama, obstruindo o fluxo de linfa. Não existe base científica ou clínica para essa afirmação.
  • Implantes Mamários – Alguns estudos mostram que os implantes mamários não aumentam o risco de câncer de mama, apesar dos implantes de silicone poderem causar cicatrizes no tecido. Os implantes tornam mais difícil a visualização do tecido mamário com mamografias convencionais.

 

Fonte: Instituto Oncoguia

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17 de outubro de 2016

O que é Câncer de Mama?

O câncer de mama é uma doença resultante da multiplicação de células anormais da mama, que forma um tumor. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns se desenvolvem rapidamente, outros não.

Tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma, o câncer de mama responde por cerca de 25% dos casos novos a cada ano.
Em 2015, para o Brasil, são esperados 57.120 casos novos de câncer de mama. Sem considerar os tumores de pele não melanoma, esse tipo de câncer é o mais frequente nas mulheres das regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Nordeste. Na região Norte, é o segundo mais incidente.

Existe tratamento para câncer de mama, e o Ministério da Saúde oferece atendimento por meio do Sistema Único de Saúde, o SUS.

Localização primária casos novos % Localização primária casos novos %
Próstata 68.800 22,8% Mama Feminina 57.120 20,8%
Traqueia, Brônquio e Pulmão 16.400 5,4% Cólon e Reto 17.530 6,4%
Cólon e Reto 15.070 5,0% Colo do Útero 15.590 5,7%
Estômago 12.870 4,3% Traqueia, Brônquio e Pulmão 10.930 4,0%
Cavidade Oral 11.280 3,7% Glândula Tireoide 8.050 2,9%
Esôfago 8.010 2,6% Estômago 7.520 2,7%
Laringe 6.870 2,3% Corpo do Útero 5.900 2,2%
Bexiga 6.750 2,2% Ovário 5.680 2,1%
Leucemias 5.050 1,7% Linfoma não Hodgkin 4.850 1,8%
Sistema Nervoso Central 4.960 1,6% Leucemias 4.320 1,6%

* Números arredondados para 10 ou múltiplos de 10
Estimativa 2014: Incidência de Câncer no Brasil / Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva

 

Fonte: Instituto Nacional de Câncer